RITUAIS
Sete pequenos corações


Saiba mais sobre o chacra cardíaco segundo a tradição indiana.

No meio do peito existe um chacra, ou centro de energia, responsável pela manifestação do amor, afirma a antiga sabedoria indiana. Associado aos tons rosa e verde, o chacra cardíaco gira como uma flor de doze pétalas. "Dentro do chacra cardíaco se distribuem outros sete pequenos chacras, cada um ligado a um aspecto da energia amorosa", explica o terapeuta português Carlos Florêncio, de São Paulo. "Quando um desses chacras está desequilibrado, muito aberto ou fechado, a pessoa se sente incapaz de de dar e receber amor", diz ele. Visualizações, respiração e movimentos voltam a equilibrá-los.

A terapeuta corporal Miriam Santos Leirner, de São Paulo, ensina como fazer isso. "De pé, feche os olhos e cruze os braços sobre o peito. Inspire e expire luz verde durante três minutos, imaginando que ela limpa seu coração. Ao mesmo tempo, estique os braços para frente e depois os abra, com as palmas das mãos voltadas para cima. Repita o processo com a luz rosa, trazendo amor e carinho a você mesmo." Aprenda a identificar agora os principais desequilíbrios dos sete chacras do coracão, segundo o terapeuta Carlos Florêncio:

  • O primeiro chacra gera culpa e uma forte tendência a cobranças quando muito aberto. E inconsciência dos próprios erros quando fechado.

  • O segundo chacra provoca apego obsessivo a idéias, coisas ou pessoas quando aberto demais. Fechado, resistência ao envolvimento.

  • O terceiro chacra gera ações impulsivas quando muito aberto e uma sensação de medo, solidão e desamparo quando fechado.

  • O quarto chacra, quando bloqueado, estimula a vingança. Aberto demais, a sensibilidade exagerada.

  • O quinto chacra, quando muito aberto, estimula a pessoa a querer agradar a todos. Fechado, torna o coração duro.

  • O sexto chacra faz a pessoa sentir-se uma eterna vítima quando aberto demais. Bloqueado, impede o acesso aos planos espirituais superiores.

  • O sétimo chacra transforma a doação amorosa num sacrifício, quando muito fechado. Aberto demais, provoca o desejo exagerado de servir, mesmo quando não é preciso.


    Texto: Liane Camargo de Almeida e Wilson F. Weigel
    Reportagem: Wilson F. de Weigel
    Colaborou: Eliane C. Miralhes
    Reportagem Fotográfica: Ana Paula Lopes
    Fotos: Eduardo Delfim




Dezembro 2001

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