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Inspiração para o final de semana: Páscoa

Qualquer que seja a sua forma de celebrar a ressurreição de Cristo, lembre que a data é um convite para compartilhar a alegria

O contentamento pela ressurreição de Cristo é a essência da Páscoa – Shutterstock

Como você costuma passar a Páscoa? Viajando, em casa, com apenas pão e
vinho ou com mesa farta? Isso, de fato, pouco importa. A Páscoa verdadeira é um momento de júbilo para a alma.
Época de encontro e celebração. Significa a vitória sobre a morte e o contentamento
pela ressureição de Cristo, o filho de Deus. É quando, durante a liturgia da
Igreja Católica, mais se repete a palavra “aleluia”, que quer dizer: “Louvai a
Deus com Alegria”.

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Jesus era um homem que gostava de
compartilhar. Apreciava comer com os amigos – seu primeiro milagre foi transformar a água em vinho -, repartia o pão com alegria. Essa é
a essência da data que estamos prestes a vivenciar. 

Após um período de reflexão voltado
para o balanço de vida e a redefinição de caminhos, como é a Quaresma, a Páscoa
sinaliza um tempo novo, de recomeço. 

E para você se conectar com esse novo
ciclo que inicia, elencamos alguns símbolos especiais desse momento e seus
significados:

• Círio Pascal

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A missa de Páscoa é um dos rituais mais bonitos da Igreja Católica e
ainda é comemorada da forma tradicional em muitas igrejas. Na noite de sábado
de Aleluia, os fiéis se reúnem no templo às escuras, simbolizandoa morte de
Cristo, que mergulha no mundo nas trevas. Do lado de fora, o sacerdote acende o
fogo sagrado e dele surge o Círio Pascal, uma vela marcada com as letras alfa e
ômega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, revelando Cristo como o
começo de uma nova vida, cheia da graça divina, e o fim de outra, a do
sofrimento e pecado.

• Cordeiro Pascal

No período em que ocorreram as sete
pragas do Egito, enviadas por Deus para obrigar o faraó a libertar os judeus da
escravidão, o sangue de cordeiro foi usado para marcar as portas onde havia
filhos primogênitos dos hebreus, o sinal para que Deus poupasse a casa da morte
das crianças. Conta o Antigo Testamento (ou Torá) que só as casas marcadas
tiveram os primogênitos salvos. Pouco tempo depois, os escravos judeus foram
libertados e fizeram uma festa com carne de cordeiro e ervas amargas, para
lembrar o tempo da escravidão, e vinho doce, para comemorar o novo tempo de
esperança. Os cordeiros também eram usados pelos judeus para fazer sacrifícios
ao Senhor. Por isso, Jesus Cristo afirmou ser o Cordeiro de Deus, pois sacrificou
a si mesmo para redimir os pecados do mundo.

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• Coelho

Símbolo de fertilidade, está associado
à primavera no Hemisfério Norte e às festas pagãs. A deusa Ostera, dos povos
nórdicos, é representada com os cabelos longos cheios de flores e rodeada de coelhinhos.
O animal indica que esta é uma época boa para começar todos os projetos do ano,
com a garantia de uma boa colheita.

• Ovo

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É uma herança de muitos povos. Os antigos chineses coloriam as cascas de
ovo durante as festas da primavera e ovos eram dados de presente para comemorar
um novo ciclo nos países escandinavos. O costume de esconder ovos de Páscoa no
jardim para as crianças foi importado pelo Brasil da cultura anglo-saxônica. Os
ovos passaram a ser de chocolate no século 18, possivelmente na Holanda, onde
nasceu também a mágica mistura de cacau, leite e açúcar.