“Que tipo de pais somos nós?”. Essa é uma das reflexões que traz o filme A Menina Índigo, escrito e dirigido por Wagner de Assis, em outubro, nos cinemas. O roteiro conta a história de Sofia, uma menina de sete anos que provoca um choque nas relações familiares, fazendo com que todos ao redor repensem suas vidas. A personagem representa uma nova geração,
chamada índigo, formada por crianças de potencial transformador. “Elas apresentam comportamentos novos, questionamentos sobre normalidade e um olhar espiritualizado para tudo. A
principal questão é como elas estão sendo educadas e preparadas para o mundo. Imagine desperdiçar tal potencial?”, diz Wagner. Segundo ele, recebem esse nome em função da cor azul de suas auras, apontada pela psicóloga americana Nancy Ann Tappe, na década de 1980.

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