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A de amar, B de benção, C de casa

Saiba mais detalhes no livro ‘Casa Natural’, do arquiteto Carlos Solano

A de amar, B de benção, C de casa – Divulgação
“Passando pelo ribeirão, depois daquele pasto, é no primeiro morro que aparece”. Vamos lá. Ranchinho bonito, terreiro bem varridinho. Queremos saber das receitas de bem morar e bem viver, direto com quem tem a sina e o dom de conhecer os segredos da natureza: homens e mulheres de devoção e preceito, os populares benzedeiros. Depois de muita visita e muito contado, arreparei que tudo pode se juntar numa palavra só. Adivinhe. A resposta tem a letra “A” de adubar, ou fertilizar e preparar. A receita, Dona Gisa, 84 anos de rezação, ensina: “Nesta casa tem quatro cantos, em cada canto tem uma flor. Nesta casa não entra maldade, nesta casa só entra o amor”. É repetir o verso, todo santo dia, ao acordar.
 
Outra boa intenção
 
Beber três goles de água de nascente (ou mineral), em jejum, e imaginar ingerir, a cada gole, luz, amor e bondade. Fazer isso bem cedo porque, da meia-noite às 5, toda água de correnteza é santa. Para uma nova fase de vida: sete ramos de manjericão roxo, tirados em santa lua (geralmente a cheia), antes de o sol nascer, para incluir o orvalho. Bote os ramos na água, com sete colheres de açúcar, até o dia seguinte. Depois, é rezar, serenando aquela água pela casa afora. 
 
Quer saber mais? Livro Casa Natural do arquiteto Carlos Solano. 

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